O verdadeiro livro mais caro do mundo


codex hammer

Durante um curso que fiz no jornal O Estado de S. Paulo, o professor de português Sérgio Nogueira (aquele do Soletrando) chamou a atenção para uma série de vícios de linguagem que deveríamos evitar. Entre eles, a mania de destacar alguma coisa usando o adjetivo “verdadeiro”, como se isso significasse algo como “grande”, “fabuloso”, e não simplesmente “não falso” ou “autêntico”.

Por isso, nesta postagem, dei-me ao luxo de colocar “verdadeiro” no título. Sim, porque, se você leu a publicação Dou-lhe uma! Dou-lhe duas!, provavelmente, está achando que The Bay Psalm Book é a obra mais cara da história. E não é bem assim.

Como mencionei na outra postagem, a coleção de salmos de 1640 é o livro impresso mais caro do mundo. Mas, no ranking geral, só leva a medalha de prata. Isso porque, em 1994, um manuscrito de Leonardo Da Vinci foi leiloado por 30,8 milhões de dólares (atualmente, uns R$ 70 milhões).

E sabe quem comprou o Codex Hammer (ou “Código de Leicester”, em português)? Não é tão difícil adivinhar. Foi Bill Gates, o pai da Microsoft e dono de algo em torno de 72 bilhões de dólares (ou R$ 165 bilhões), de acordo com o levantamento de setembro de 2013 da revista Forbes.

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