O sóbrio e o sombrio em Gustave Doré


Para mim, uma imagem não vale mais do que mil palavras. Mas a soma de letras e rabiscos pode dar um resultado e tanto.

Que o diga o francês Gustave Doré, que estaria completando 182 anos neste 6 de janeiro de 2014. Para quem não o conhece bem (como eu, até pesquisar sobre a sua obra, ontem), ele é considerado um dos principais ilustradores de livros da história. Sua arte costuma oscilar entre a sobriedade, com imagens claras e sem muitos ornamentos, até o sombrio ou místico, com figuras e cenários que remetem o espectador ao sobrenatural e ao fabuloso.

Gustave_Doré

Em 51 anos de vida, Doré ilustrou mais de 200 livros. Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão as figuras feitas para A Divina Comédia, de Dante Allighieri, Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, e para contos dos Irmãos Grimm e de Edgar Allan Poe. Também desenhou passagens para a chamada Bíblia de Tours, lançada em 1843.

Ao longo do dia, publicamos uma série de ilustrações de Doré na página do Livro Leve Solto no Facebook. Agora, para encerrar as homenagens, trazemos outras cinco imagens aqui para o blog.

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Pintura “O Enigma”, parte do acervo do Museu D’Orsay, em Paris.

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Ilustração para o livro “O Paraíso Perdido”, de John Milton

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Ilustração do paraíso para o livro “A Divina Comédia”, de Dante Allighieri

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Ilustração para o conto “Cinderela”

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Ilustração para a obra “O Corvo”, de Edgar Allan Poe

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