Sessão de domingo: O retrato de Dorian Gray


dorian gray

Em 30 de novembro de 1900, há exatos 114 anos, morria o escritor irlandês Oscar Wilde. Reconhecido por histórias que se tornaram clássicos na dramaturgia do Reino Unido, como O leque de Lady Windermere e A importância de ser prudente, o autor só publicou um romance, em 1890. A obra, intitulada O retrato de Dorian Gray, conta a história de um jovem humilde que é introduzido à alta sociedade britânica e tem seu rosto pintado por um artista londrino. A partir de então, Dorian Gray deixa de envelhecer e de sofrer qualquer marca por sua vida de excessos. Tudo, por outro lado, recai sobre o quadro, que passa a ser escondido do público pelo dono.

A versão cinematográfica do romance foi lançada em 2009, com direção de Oliver Parker. No elenco, estão nomes como Ben Barnes, Collin Firth, Rebecca Hall e Ben Chaplin.

Não custa avisar: o filme divide opiniões. Em uma busca rápida pela internet, encontrei todo tipo de avaliação sobre ele. Eu, pessoalmente, acho que vale a pena assistir, embora não seja uma pérola da sétima arte. Se tiver interesse, é só clicar aqui embaixo.

Atualização: A leitora e amiga Elayne Carvalho observou, em comentário no Facebook, que esta não é a primeira versão cinematográfica da história. Fui pesquisar e vi que, de fato, o filme original foi lançado em 1945, com direção de Albert Lewin e atuações de George Sanders, Donna Reed, Peter Lawford, entre outros.

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