Sessão de domingo: Morte e Vida Severina


Morte e Vida Severina

Na última sexta-feira, 09 de janeiro, o poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto teria completado 95 anos. Morto em 1999, ele tornou-se célebre por seu estilo característico de escrita, que lhe rendeu o apelido de “poeta-engenheiro” ou “poeta-arquiteto”, e por obras como Cão sem plumas, sobre o Rio Capibaribe, e Morte e Vida Severina.

Esta última, considerada a sua maior criação, consiste na narrativa poética da viagem de um sertanejo retirante, em busca de melhores condições de vida no Recife. A história envolve aspectos naturais, costumes, dramas sociais e desigualdades entre as microrregiões de Pernambuco e do Nordeste.

Em 1977, Morte e Vida Severina ganhou uma versão cinematográfica, pelas mãos de Zelito Vianna. No elenco, estão nomes de peso, como Tânia Alves, José Dumont, Stênio Garcia, Elba Ramalho, Jofre Soares e Luiz Mendonça. Uma parte desses atores e atrizes voltou a interpretar o poema em 1981, em um teleteatro realizado pela TV Globo, com direção de Walter Avancini. Nessa produção, foram utilizadas versões musicais criadas por Chico Buarque.

A seguir, as duas versões para você escolher (ou assistir as duas, quem sabe?!):

Filme de 1977

Teleteatro de 1981

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