Poucas Linhas


cervantes

Cervantes? Quase quatro séculos depois da morte do espanhol Miguel de Cervantes, finalmente, pode ter sido descoberto o local onde o corpo do escritor foi enterrado. Na última segunda-feira (26), peritos e arqueólogos encontraram um caixão com as iniciais M.C., no Convento das Trinitárias, em Madrid, e acreditam que ele possa abrigar os restos mortais do autor de Dom Quixote de la Mancha, falecido em 1616. Agora, os estudos vão ser aprofundados, com foco nas ossadas.

Rua Augusta Está rolando uma “vaquinha” virtual (clique aqui para ver mais e/ou contribuir) para a publicação de um livro com imagens inéditas do grupo Os Mutantes, sucesso nas décadas de 1960 e 1970, reunindo os músicos Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A obra, intitulada A hora e a vez, é um projeto da fotógrafa Leila Lisboa Sznelwar, que conviveu com a banda naquele período, e deve conter 130 registros. Leila quer levantar R$ 100 mil através do crowdfunding, mas, até agora, faltando pouco mais de 40 dias para o fim do prazo, apenas R$ 20 mil foram doados.

Relatos de tortura Foi lançado, no último dia 20, o primeiro livro escrito de dentro da prisão de Guantánamo, nos Estados Unidos. A obra, intitulada Diário de Guantánamo, é de autoria de Mohamedou Ould Slahi e levou sete anos para ser publicada, devido a uma disputa judicial. É que o manuscrito original, de 466 páginas, foi considerado “documento secreto” pelo governo norte-americano. Depois de nove anos, Mohamedou teve a liberdade concedida pela suprema corte do país em 2010, mas a ordem não foi cumprida e ele continua preso. Agora, pelo menos, o mauritanês pode se orgulhar de assinar um dos cem livros mais vendidos pela Amazon e um dos 50 pela Barnes&Noble.

Adeus Embora seus livros nunca tenham sido publicados no país, muitos brasileiros lamentaram a morte do escritor e performer Pedro Lemebel, aos 62 anos, na última sexta-feira (22). Vítima de um câncer na laringe, o chileno ganhou reconhecimento por seu combate à ditadura de Augusto Pinochet, na década de 1980, e por seus posicionamentos contrários ao machismo e ao patriarcalismo. O manifesto Hablo por mi diferencia (“Falo por minha diferença”, em português) marcou a sua atividade como militante dos direitos LGBT.

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