Ego cego, de Pedro Ernande | Por Eduardo Vieira


Na última quinta-feira de cada mês, o colaborador do LLS Eduardo Vieira decidiu abrir espaço para a produção de outros autores pernambucanos. Na edição de janeiro, ele utiliza sua coluna semanal para publicar Ego cego, poema escrito por Pedro Ernande, de 25 anos.

Nasce do cego a instrução leviana do saber.

Nasce do ego a inerte vontade de morrer.

Só pra chamar atenção.

São palmas que alimentam o coração.

Nem na loucura altruísta se encontra dissociação entre alma e ego.

Como já diria o cego: é tarde demais pra você saber que eu não sei,

nem mesmo cedo isso um dia eu te direi.

Já não tenho a visão, não me tire as palavras.

Elas são minha munição!

Eduardo Vieira tem 25 anos, é recifense e assina uma coluna semanal no Livro Leve Solto, publicando textos às quintas-feiras.

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