Para Bukowski | Por Eduardo Vieira


Liberta-te, poeta

Deixa o mundo ver teu colorido

Abre teu peito dolorido

A vida é como uma ampulheta

Quanto mais a areia cai

Mais a morte se aproxima

Para que ver todo mundo por cima?

O amor escondido em ti, dai!

Liberta-te, poeta

Deixa voar o pássaro azul

Não o afogas em meio a tanta boceta

Não veja a mulher apenas como um corpo nu

Não prendes tua inocência com um trago

Para que ser tão amargo?

Liberta-te, poeta

Abre a gaiola do teu peito

Deixa o pássaro azul voar

Na mão uma caneta

Põe no papel teu defeito

E deixa o amor, finalmente, te libertar.

Eduardo Vieira tem 25 anos, é recifense e assina uma coluna semanal no Livro Leve Solto, publicando textos às quintas-feiras.

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