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Escapadinhas literárias A escritora norte-americana Robin Rinaldi vai lançar The Wild Oats Project: Onde Woman’s Midlife Quest to Passion at Any Cost, livro em que narra sua experiência de tirar um “ano sabático” do casamento para ter experiências sexuais com outras pessoas. Em 2008, ela deu uma pausa na relação oficial e foi para a cama com duas mulheres e dez homens.  Detalhe: depois da iniciativa, Robin apaixonou-se por um dos rapazes com que se envolveu e, obviamente, o casamento chegou ao fim.

Acima do “Mago” Mesmo tendo grande espaço nas prateleiras, Paulo Coelho não ficou no topo dos autores brasileiros contemporâneos mais procurados do Salão do Livro de Paris. No evento, que teve o Brasil como país homenageado, o campeão de vendas foi Milton Hatoum, autor de Dois Irmãos e colunista do jornal O Estado de S. Paulo. Outros destaques foram Machado de Assis e Paulo Lins, de Cidade de Deus.

Dicas Ícone da literatura de horror e suspense, o escritor norte-americano Stephen King decidiu compartilhar alguns dos seus segredos com os fãs. No livro The Bazaar of Bad Dreams, que será lançado nos Estados Unidos em novembro, o autor traz 20 contos, acompanhados com notas que explicam a origem da história, as influências e a forma de produção. Entre as obras mais conhecidas de King, estão O Iluminado, Carrie, a estranha e A Torre Negra.

Cuidado com o conteúdo Já imaginou um livro inteiro escrito em sacos de enjoo de avião? Bem, em breve, isso será realidade. Ao longo de 2014, o cantor australiano Nick Cave usou essa plataforma inusitada para criar The Sick Bag Song. A obra, que não tem previsão de lançamento no Brasil, estará disponível em capa dura convencional, mas também em uma edição limitada, composta por um audiolivro, notas, rascunhos, letras, dois LPs em vinil, livro em brochura e capa dura e, é claro, e um saco de enjoo customizado pelo artista.

 

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Moniz Bandeira é autor de livros utilizados em cursos do Itamaraty

Moniz Bandeira é autor de livros utilizados em cursos do Itamaraty

Nobel? O baiano Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, de 79 anos, está entre os indicados ao Prêmio Nobel de Literatura de 2015. A escolha partiu da União Brasileira de Escritores (UBE), que foi convidada pela Real Academia Sueca a apresentar um nome para a disputa. Cônsul honorário do Brasil em Heidelberg, na Alemanha, o autor publicou mais de 20 obras, incluindo ensaios políticos e poesia. Entre elas, estão Retrato e tempo, Poética, Formação do Império Americano – da Guerra contra a Espanha à Guerra no Iraque e A Segunda Guerra Fria (mais recente, lançado em 2013).

Por trás da história Pouca gente percebe, mas, entre os créditos que aparecem no final do filme A Teoria de Tudo, sobre a vida do físico Stephen Hawking, está a menção ao livro homônimo que inspirou a produção. A obra foi escrita por Jane Hawking, ex-esposa do gênio britânico e personagem crucial na versão cinematográfica, indicada a cinco Oscars e premiada com um (o de Melhor Ator, para Eddie Redmayne).

Dois em um? Na verdade, está mais para um em dois. A editora Nova Fronteira cometeu um deslize e tanto: lançou dois livros, de escritores diferentes, contendo um capítulo exatamente igual. Com o título Dores góticas, volúpias privadas, o texto está tanto em Prazeres ilimitados, de Fernando Muniz, quanto em Pecar e perdoar, de Leandro Karnal. A Nova Fronteira já confirmou que houve um erro na inclusão do trecho, de autoria de Muniz, na segunda obra.

Cada um no seu quadrado A escritora japonesa Ayako Sono, de 83 anos, provocou polêmica ao defender que o seu país adote um esquema de segregação racial, organizando territorialmente os imigrantes de acordo com a raça. O texto, publicado no jornal conservador Sankei, teve repercussão mundial e motivou o embaixador sul-africano no Japão a enviar uma carta de protesto ao veículo de comunicação. Vale lembrar que não é a primeira vez que a autora causa barulho com suas opiniões. Em 2013, ela defendeu que as mulheres devem parar de trabalhar fora de casa depois de terem filhos.